A SAGA DOS TRICOLORES RUMO A MOSSORÓ (1ª PARTE)

sábado, 30 de abril de 2011

Iniciarei, hoje, a narração do que considero a história mais engraçada de que já participei. Trata-se da viagem que fiz a Mossoró, junto com outros torcedores do CAP, a fim de assistirmos ao primeiro jogo de nosso querido tricolor fora de casa, no Estadual de 1999 (de péssima lembrança).
Tudo se passou num domingo quente, dia 7 de fevereiro de 1999. Mal o sol nascera e já estávamos reunidos na praça Plínio Saldanha, esperando a "besta" vir de Brejo do Cruz nos pegar. O grupo era formado, entre outros, por Parcelo, Bagadão, Humberto de Teófilo, Cazuza, Erasmo de Severino do Banco, Dos Santos e Leônidas de Nazaré. Este, responsável pelo frete do carro, teve a excelente ideia de procurar um que nem emplacado era (esse detalhe será de extrema importância para o desenrolar da história).
Saímos de Jardim por volta das seis horas da manhã. Durante a viagem até Mossoró, ríamos bastante ouvindo as divertidas histórias contadas por Parcelo e Cazuza. Mal sabíamos que aquela diversão toda daria lugar a um sofrimento sem fim.
Chegamos a Mossoró por volta das dez horas. Nossa primeira parada ocorreu na residência do saudoso advogado José Geraldo, irmão de Humberto. Quando aquele soube de nossa intenção de irmos à Praia das Manoelas, em Tibau, foi logo nos alertando da presença da Polícia Rodoviária Federal na estrada. Como o carro em que viajávamos não estava emplacado, obviamente, a chance de ficar retido pela PRF era enorme. Entretanto, alguns sábios integrantes do grupo insistiram em seguir para Tibau, dizendo que a polícia não conseguiria perceber esse pequeno detalhe no carro.
Rumamos, então, para Tibau. Ao nos aproximarmos da blitz da Polícia Rodoviária, o patrulheiro, tão logo viu o carro em que viajávamos, a uns 500 metros de distância, já foi logo fazendo sinal para que parássemos. O carro, como já era de se esperar, ficou retido no local.

CONTINUA...

TODOS OS JARDINENSES DESEJAM, REALMENTE, OUTRA CAMPANHA ELEITORAL COMO A DE 2000?


Gosto de acompanhar os blogs de meus colegas jardinenses. Leio-os com atenção, principalmente os comentários publicados no de meu amigo Jarles Cavalcanti. Parabenizo-o por conseguir estimular o debate sobre as próximas eleições, sempre postando matérias que despertam o interesse de muitos jardinenses. Percebo em alguns destes, entretanto, um grande desejo de se ver repetida, no próximo ano, o que tristemente ocorreu na campanha eleitoral de 2000.
Para os que irão votar pela primeira vez em 2012 e eram, naquela época, muito jovens para se lembrar daquele patético espetáculo, vou rememorar algumas cenas que nunca me saíram da memória:
1) vi famílias divididas, chegando ao ponto de casais se separarem devido a divergências políticas;
2) vi nossas Igrejas, tanto a Católica quanto a Assembleia de Deus, separadas em dois grupos, segundo as preferências eleitorais de cada um;
3) vi um clima de guerra entre os eleitores, inebriados por tamanha paixão que os impedia de conviver harmoniosamente;
4) vi uma campanha em que o poder econômico mostrou toda sua força e, também, todas as desagradáveis transformações por que passam as pessoas quando se veem diante de muito dinheiro;
5) vi idosos se comportando como adolescentes, pulando e dançando em passeatas apenas para mostrar ao seu líder político o quanto estavam com ele alinhados, sem se importarem com as sequelas físicas do esforço despendido;
6) vi, por fim, todo tipo de manobras sujas, propagação de boatos infundados, divulgação de notícias falsas, pressão sobre pessoas indefesas e humildes, e, o que é pior: uma cidade inteira em pé de guerra, prestes, a qualquer momento, a explodir numa verdadeira guerra civil.

Não sou dos que defendem a aliança feita entre os grupos que dominam a política local. Defendo, como sempre fiz, a existência de uma oposição firme, corajosa, justa, honesta e comprometida com o bem estar da sociedade. Entretanto, se o preço que temos de pagar para que essa oposição renasça em Jardim é mergulharmos em outra campanha como a de 2000, então é melhor ficarmos como estamos.

HISTÓRIA DO CAP: JOGOS DA FASE AMADORA (CONTINUAÇÃO)

CONCONE

26/Out/1985_____________________________________051
CAP 1x0 SÃO PAULO (PARNAMIRIM/RN)
GOL: Bené I (pên.).
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)

3/Nov/1985______________________________________052
CAP 2x0 ASSOC. DESP. CULTURAL (SÃO VICENTE/RN)
GOLS: Zezinho e Carlos.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Galeguinho (Expedito); Bené I, Zezinho e Concone (Carlos); Alcione, Edvaldo e Chico (Virino). Técnico: Caté.
OBS.: o goleiro adversário evitou um placar mais dilatado.

10/Nov/1985_____________________________________053
CENTENÁRIO (PARELHAS/RN) 1x0 CAP
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.

LOCAL: Estádio Municipal de Parelhas/RN.
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Expedito; Zezinho, Concone (Mamede) e Carlos (Boró); Alcione, Edvaldo e Chico (Virino). Técnico: Caté.
OBS.: o gol sofrido (França, cobrando falta, "ajudado" por Francimar) logo no início do jogo atrapalhou os planos do CAP de jogar pelo empate. Edvaldo desperdiçou três chances de marcar o gol que praticamente classificaria a equipe à fase final do campeonato.

17/Nov/1985_____________________________________054
CAP 1x1 BREJUÍ (CURRAIS NOVOS/RN)
GOL: Zezinho.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Mamede (Casinho), Paulo II, Lobão e Expedito; Bené I, Zezinho e Carlos (Concone); Alcione, Edvaldo (Virino) e Chico. Técnico: Caté.
OBS.: desmotivado diante da iminente desclassificação, o CAP até que jogou bem e só não venceu a partida porque Francimar deixou passar um cruzamento defeituoso do lateral curraisnovense. Após a partida, houve alguns incidentes envolvendo a torcida tricolor e a delegação do Brejuí, cujo ônibus deixou a cidade escoltado pela polícia.

24/Nov/1985_____________________________________055
R. S. INDEPENDENTE (J. DE PIRANHAS/RN) 2x0 CAP
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.

LOCAL: Est. Benedito Bezerra Lins (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Expedito (Mamede); Bené I, Concone e Zezinho; Alcione (Marcílio), Carlos (Edvaldo) e Chico. Técnico: Caté.
OBS.: as duas equipes, já desclassificadas, não jogaram o que costumavam. O Real se interessou mais pela partida e conseguiu sua primeira vitória sobre um CAP, em alguns momentos, violento.

8/Dez/1985______________________________________056
A. D. CULTURAL (SÃO VICENTE/RN) 0x1 CAP – w. O.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Estádio Municipal de São Vicente/RN).
OBS.: já desclassificada, a equipe local não providenciou o trio de arbitragem e ainda compareceu ao campo de jogo sem vários jogadores. Para não perder a viagem, o CAP disputou um jogo-treino e perdeu por 3 a 0. Mas trouxe os pontos que o colocaram em segundo lugar na chave do Seridó.

23/Dez/1985_____________________________________057
CAP 0x0 CAICÓ (CAICÓ/RN)
COMPETIÇÃO: Torneio Comemorativo à Emancipação do Município.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN).
OBS.: o Caicó venceu a decisão por tiros livres pelo placar de 4 a 3. A partida teve a duração de 40min.

9/Mar/1986______________________________________058
CAP 2x2 FLUMINENSE (UMARIZAL/RN)
GOLS: Leônidas e Casinho.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)

20/Abr/1986_____________________________________059
CAP 5x1 VASCO (SÃO BENTO/PB)
GOLS: Concone(2), Iran(2) e Albino.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)

1º/Mai/1986______________________________________060
VILA NOVA (CAICÓ/RN) 1x0 CAP
COMPETIÇÃO: Torneio do Trabalhador.

LOCAL: Campo do Monte Castelo (Caicó/RN).
OBS.: a partida teve a duração de 30min.

PESSOAS QUE FIZERAM HISTÓRIA EM JARDIM (CONTINUAÇÃO)


FRANCISCO NASCIMENTO SOBRINHO – Chegou à cidade em 1949. É natural de São João do Sabugi. Casou-se na Família Borges do nosso município, dando preferência a esta cidade para fixar a sua residência. É cidadão simples, mas de bom conceito, pois sempre procurou fazer boas amizades e nosso meio. Inicialmente, exerceu atividades de enfermeiro e atendia com presteza a todos que lhe procuravam. É agricultor, porém, ultimamente, vem ocupando funções de escrevente no Cartório Único Judiciário desta cidade. Trata-se de excelente pai de família, merecendo, portanto, o título de cidadania jardinense (texto de 09/04/1973).

VICENTE FELIX DE OLIVEIRA – O servidor da ECT, logo ao ingressar nos Correios e Telégrafos, serviu nesta cidade no decorrer do período de 1956 a 1958. Casou-se com uma jardinense da Família Dantas de Farias deste município. Em 1972, por determinação da Empresa, voltou a assumir a direção da Agência Postal e Telegráfica desta cidade (texto de 09/04/1973).

EMÍDIO FÉLIX – Atual vice-prefeito, há 30 anos, aproximadamente, é proprietário em Jardim de Piranhas. É presidente do Diretório da Aliança Renovadora Nacional – ARENA, sendo pessoa de destaque na sociedade jardinense (texto de 09/04/1973).

DR. OSWALDO LOBO – Foi o 1º prefeito constitucional de Jardim de Piranhas. O seu governo foi de organização e desenvolvimento. É natural de Serra Negra do Norte. Como prefeito e como médico, prestou relevantes serviços a este município (texto de 09/04/1973).

UBALDO CAVALCANTI DA CRUZ – Desde 1949 vem permanecendo em nosso meio, participando da vida política e social de Jardim de Piranhas. Tem prestado serviços à comunidade, como cidadão e como político, neste caso assessorando sua esposa como então prefeita deste município (texto de 09/04/1973).

DICA DE PORTUGUÊS: A DIFERENÇA ENTRE "MAS" E "MAIS"

O equívoco acontece devido às duas palavras serem parônimas, isto é, são muito parecidas na escrita e na pronúncia (a propósito, nunca pronunciem mas como se fosse “masse”). Porém, nunca se enganem: MAS é uma conjunção adversativa, que serve para ligar duas orações de mensagens opostas. Por exemplo: O Flamengo jogou mal, mas venceu (se jogou mal, esperava-se que perdesse). MAIS, por outro lado, é um advérbio de intensidade. Por exemplo: O Flamengo é mais beneficiado pelas arbitragens (o benefício é superior ao normal).
Se você não esclareceu todas as dúvidas com explicação acima, utilize o seguinte macete: MAS pode ser substituído por PORÉM (a frase não muda de sentido); já o advérbio MAIS pode ser trocado por MENOS (a frase, nesse caso, inverte seu sentido). Exemplos: O rio é lindo, mas está poluído (vejam que daria no mesmo dizer O rio é lindo, porém está poluído); Ela é a menina mais bonita da sala (percebam que, nesta frase, o mais não pode ser substituído por porém; poderá, isso sim, dar lugar ao advérbio menos, entretanto, será alterado o sentido do que se quer afirmar).
Se a banda Aviões do Forró houvesse usado esse macete, certamente não teria se equivocado no seguinte trecho da música “Agora Chora”:

(...)

Toda sua indiferença
O desprezo em seu olhar
Mais ainda é tempo pra recomeçar
Reconheço os meus defeitos,
Mas na vida quem não tem
É só seu o meu amor, de mais ninguém.

(...)

SEXTA-FEIRA SEM NOVAS POSTAGENS

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Amanhã, sexta-feira, passarei o dia todo em Caicó, participando de um curso ministrado pelo Tribunal de Justiça do RN. Por esse motivo, não poderei incluir novas postagens neste blog. Peço desculpas a todos os leitores. Sábado, se Deus permitir, estaremos de volta!

O MUNICÍPIO TEM COMPETÊNCIA PARA DISCIPLINAR O TRÂNSITO?

"TRÂNSITO" NA AV. RIO BRANCO NA DÉCADA DE 60

Vejam o que diz a respeito o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23/09/1997):

 Art. 5º O Sistema Nacional de Trânsito é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que tem por finalidade o exercício das atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades.
   Art. 8º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão os respectivos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários, estabelecendo os limites circunscricionais de suas atuações.
 Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
        I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
        II - planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;
        III - implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário;
        IV - coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas;
        V - estabelecer, em conjunto com os órgãos de polícia ostensiva de trânsito, as diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
        VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito;
        VII - aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar;
        VIII - fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem como notificar e arrecadar as multas que aplicar;
        IX - fiscalizar o cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as penalidades e arrecadando as multas nele previstas;
        X - implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas vias;
        XI - arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
        XII - credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de carga indivisível;
        XIII - integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito para fins de arrecadação e compensação de multas impostas na área de sua competência, com vistas à unificação do licenciamento, à simplificação e à celeridade das transferências de veículos e de prontuários dos condutores de uma para outra unidade da Federação;
        XIV - implantar as medidas da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito;
        XV - promover e participar de projetos e programas de educação e segurança de trânsito de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
        XVI - planejar e implantar medidas para redução da circulação de veículos e reorientação do tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global de poluentes;
        XVII - registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de tração e propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações;
        XVIII - conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal;
        XIX - articular-se com os demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob coordenação do respectivo CETRAN;
        XX - fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de dar apoio às ações específicas de órgão ambiental local, quando solicitado;
        XXI - vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação desses veículos.

FATOS DE NOSSA HISTÓRIA: CAMPANHA “ESPORTE PARA TODOS”

ANTIGA QUADRA DE ESPORTES DA "RUA VELHA"

Em junho de 1977, promoveu-se mais um evento dentro da campanha “Esporte para Todos”. O relatório do evento vai abaixo transcrito:

Torneio Gigante de Pelada – Tendo início a primeira atividade, o jogo realizado na quadra de esportes “Gov. José Varela”, no dia 23 do corrente, com as seguintes equipes: Santo Amaro Atlético Clube, do bairro Santo Amaro, disputando com a equipe da escola “Mons. Walfredo Gurgel”, tendo como responsável pela equipe do Santo Amaro Aldo Ferreira e, da Mons. Walfredo Gurgel, Roberto Pereira. Assim foi realizado o 1º dia do torneio, com a presença da voluntária da campanha, Ana Maria Nogueira, juntamente com a supervisora do Mobral, Risomar Cristina da Costa, como também a supervisora do PAEM, Jalmira Freire e Queiroz. O jogo terminou com o resultado de 6 x 4, tendo como campeão o time da escola “Mons. Walfredo Gurgel”. No dia seguinte, 24, a mesma comissão deslocou-se para o sítio “Morcego”, para presenciar o jogo promovido pelas equipes dos sítios Morcego e Olho d’Água (...). Tinha como responsável pela equipe Fluminense Municipal Rui Araújo dos Santos e, da equipe Clube de Regata Vasquinho, do sítio Olho d’Água, Geraldo Borges. Com um grande número de torcedores, a pelada terminou com o resultado de 2 x 1, tendo como vencedora a equipe do sítio Olho d’Água. No dia 25, a equipe “Tranzero Futebol Clube” jogou na quadra de esportes local contra a equipe Botafogo Futebol e Regatas, tendo como responsável Jadir de Souza e, do Botafogo, Francisco Araújo. O jogo teve como campeão a equipe “Tranzero Futebol Clube”, vencendo de 3 x 1. Ainda continuando o Torneio Gigante de Pelada”, no domingo, dia 26, jogou a equipe E.T.F.R.N. (Escola Técnica Federal do RN) e a equipe Botafogo Futebol Clube, da escola Mons. Walfredo Gurgel, sendo como responsável pelo Botafogo Geraldo Dutra de Oliveira e, da ETFRN, Alberto de Araújo Gonçalves. A partida chegou ao seu final com a vitória da ETFRN por 7 x 4, finalizando o torneio na cidade. No dia 29, realizou-se o último jogo no sítio Timbaubinha, tendo as seguintes equipes: os Bandeirantes, jogando com a equipe Os Contrabandas, tendo como responsáveis, pelos Bandeirantes, Ana Santana Dantas e, Os Contrabandas, Maria do Socorro Dantas. O jogo teve como campeão a equipe dos Bandeirantes, vencendo Os Contrabandas de 2 x 1, ficando encerrado o torneio promovido pela campanha “Esporte para Todos” nesta cidade.

Fica a pergunta no ar: como anda o esporte em Jardim de Piranhas?

HISTÓRIA DO CAP - JOGOS DA FASE AMADORA (CONTINUAÇÃO)

ALCIONE - MAIOR JOGADOR DO CAP NA DÉCADA DE 80

21/Jul/1985______________________________________041
BANGU (J. DO SERIDÓ/RN) 1x0 CAP
CO
MPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Estádio Municipal de J. do Seridó/RN.
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Concone e Virino; Alcione, Bené II (Totonho) e Boró (Albino). Técnico: Caté.
OBS.: o CAP desperdiçou várias chances de gol e o castigo veio no finalzinho do jogo.

4/Ago/1985______________________________________042
CAP 1x1 R. S. INDEPENDENTE (J. DE PIRANHAS/RN)
GOL: Edvaldo.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
RENDA: Cr$ 3.470.000,00; PÚB. PAGANTE: 1.735.
ARBITRAGEM: Aldo Bezerra, auxiliado por José Geraldo e outro, todos de Caicó.
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Concone e Virino; Alcione, Edvaldo e Boró (Dedé). Técnico: Caté.
OBS.: marcando logo no início da partida, o CAP deixou escapar a chance de aplicar uma goleada. No 2º tempo, o Real foi com tudo: empatou a partida e ainda teve dois gols (corretamente) anulados.

11/Ago/1985_____________________________________043
CAP 2x1 JARDIM E. C. (J. DO SERIDÓ/RN)
GOLS: Alcione e Concone.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Chico Catia (Clóvis, depois Boró); Bené I, Virino e Concone; Alcione, Edvaldo e Dedé. Técnico: Caté.

18/Ago/1985_____________________________________044
FLUMINENSE (CRUZETA/RN) 2x3 CAP
GOLS: Edvaldo, Alcione e Paulo II.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Campo da EMPARN (Cruzeta/RN)
ARBITRAGEM: Antônio Lira, de Natal.
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Concone e Carlos; Alcione, Edvaldo e Dedé (Virino). Técnico: Caté.
OBS.: o CAP venceu o 1º tempo por 2 a 0. Na etapa final, empurrado pela torcida, o Fluminense logo chegou ao empate. O juiz ainda tentou ajudar os cruzetenses, expulsando Casinho e inventando um pênalti – que Francimar defendeu – no finalzinho do jogo. Alguns acharam que o gol da vitória houvera sido marcado por Edvaldo, em quem a bola resvalou antes de entrar.

25/Ago/1985_____________________________________045
CAP 0x0 SELEÇÃO DE CAICÓ/RN
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Lázio, Paulo II, Lobão e Galequinho; Bené I, Concone e Carlos; Alcione, Edvaldo (Virino) e Boró. Técnico: Caté.
OBS.: os caicoenses só não venceram um irreconhecível CAP porque o árbitro deixou de marcar um pênalti claro no 2º tempo.

1º/Set/1985______________________________________046
CAP 1x0 BANGU (J. DO SERIDÓ/RN) – W. 0.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
OBS.: já desclassificado, o Bangu abandonou a competição. Com esta vitória, o CAP classificou-se para a 2ª fase em primeiro lugar no grupo.

29/Set/1985_____________________________________047
CAP 0x1 AMÉRICA (CATOLÉ DO ROCHA/PB)
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)
OBS.: o goleiro adversário fechou o gol nesta partida que inaugurou o novo campo do CAP.

6/Out/1985______________________________________048
CAP 1x0 CENTENÁRIO (PARELHAS/RN)
GOL: Alcione.
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Galeguinho; Bené I, Zezinho e Carlos (Concone); Alcione, Edvaldo e Chico. Técnico: Caté.
OBS.: o campo de jogo, recentemente construído, prejudicou a pontaria dos atacantes do CAP, que desperdiçaram várias oportunidades de marcar.

13/Out/1985_____________________________________049
BREJUÍ (CURRAIS NOVOS/RN) 1x1 CAP
GOL: Concone (pên.).
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Campo da Mina Brejuí (C. Novos/RN).
TIME: Paulo I, Casinho, Paulo II, Lobão e Galeguinho (Mamede); Bené I, Zezinho e Concone; Alcione, Carlos (Virino) e Chico (Edvaldo). Técnico: Caté.
OBS.: o CAP empatou no 2º tempo.

20/Out/1985_____________________________________050
CAP 1x1 R. S. INDEPENDENTE (J. DE PIRANHAS/RN)
GOL: Concone (pên.).
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior.
LOCAL: Est. Josenildo Cavalcanti (J. de Piranhas/RN)
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Galeguinho; Bené I, Zezinho e Concone; Alcione, Carlos (Virino) e Chico (Edvaldo). Técnico: Caté.
OBS.: ao contrário do último confronto, desta vez foi o Real que logo abriu o placar. Concone empatou no 2º tempo, convertendo em gol o pênalti sofrido por Zezinho. Resultado justo para ambos.

DICA DE PORTUGUÊS: O USO ADEQUADO DO VERBO “IR”


A banda Aviões do Forró, na música “Sou Gordinho”, cometeu um equívoco bastante comum. Vejam no trecho abaixo:

Eu sou gordinho, sou, não vou na academia
Eu sou gordinho, sou, o meu negócio é putaria
Eu sou gordinho, sou, gosto de namorar
E quando eu pego uma gatinha, boto logo é pra torar

(...)

Inicialmente, peço desculpas pelo linguajar de péssimo gosto. Mas, infelizmente, nós já estamos acostumados com a baixaria que há tempos tomou conta dos forrós “modernos”. Vamos, então, ao que interessa. Percebam que, no primeiro verso, diz o gordinho: “não vou na academia”. Realmente, isso só seria possível se essa academia fosse um veículo. Ir em alguma coisa significa usar essa coisa para se locomover. Por exemplo: Fui na moto ao sítio. Quando o verbo ir significar se dirigir a algum lugar, deve-se sempre empregar a preposição a. Exemplos: Vou ao banheiro, Fomos ao rio, Irei à praia. Nunca mais falem (ou escrevam) “Vou no banheiro”, porque, nesse caso, você terá de entrar nele, ligá-lo, colocar a primeira marcha e sair dirigindo-o, feliz da vida!!

O EXECUTIVO É MAIS IMPORTANTE QUE O LEGISLATIVO?


Quando Montesquieu (saiba mais sobre ele em http://www.suapesquisa.com/biografias/montesquieu.htm) defendeu a divisão do poder em três, jamais imaginaria a baixa popularidade que o Legislativo alcançaria no Brasil. Apesar de o Executivo e o Judiciário também não receberem boas notas da população, nossos vereadores, deputados e senadores são mais ultrajados que prefeitos, governadores, presidentes, juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores.
Uma faceta desse desprezo se nota nestes dias, aqui mesmo em Jardim. Só se discute quem será o próximo prefeito, quem apoiará quem para prefeito, quem será escolhido para vice-prefeito etc. Até agora, não ouvi uma palavra, não li uma mísera frase sobre a eleição para a Câmara de Vereadores. Nossa casa legislativa está sendo totalmente ignorada, como se a composição dela não tivesse nenhuma importância. 
Considero o papel do legislador e, particularmente, do vereador de extrema relevância. Afinal, se cabe ao Executivo cumprir as leis e, ao Judiciário, fazer essas leis serem cumpridas, percebam que o papel principal recai sobre quem elabora tais leis. Uma legislação mal elaborada dificulta o trabalho de juízes e advogados. Uma lei injusta obriga o prefeito a governar contra o povo. Uma lei que aumenta impostos ou é benevolente com marginais perigosos em nada contribui para o bem-estar da sociedade.
Por outro lado, uma Câmara de Vereadores que tenha compromisso com o povo ajuda o Executivo a governar com eficiência, observando os princípios da administração pública e aplicando os recursos com responsabilidade fiscal e social.
Não deveríamos, portanto, trazer para o debate a escolha dos futuros vereadores? Fica aqui a sugestão.

MANDADO DE SEGURANÇA: QUANDO É CABÍVEL E COMO SE PROCESSA

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Há dois dias, um leitor (a quem agradeço pela sugestão) me pediu para postar um texto tratando do MANDADO DE SEGURANÇA, destacando quando cabe esse tipo de ação e como se processa. Pois bem. Vou logo avisando que não se trata de um assunto fácil para quem é leigo no assunto, mas vou tentar ser o mais claro e resumido possível.
O mandado de segurança está previsto na Constituição Federal (art. 5º, inciso LXIX), sendo disciplinado pela Lei nº 12.016, de 07/08/2009. Diz o artigo 1º dessa lei que "conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder, qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça." 
Tomando-se por exemplo o concurso público, para usar um tema que está em voga, caberia mandado de segurança para obrigar a Administração Municipal a nomear todos os que foram aprovados dentro das vagas anunciadas no edital do certame. Este é, pelo menos, o entendimento dominante na atual composição do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, como se pode ver nos julgados abaixo:

EMENTA: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO DE FISCAL DE TRANSPORTE COLETIVO DO MUNICÍPIO DE NATAL/RN. CANDIDATO APROVADO DENTRO DO NÚMERO DE VAGAS OFERECIDO NO EDITAL. DIREITO SUBJETIVO À NOMEAÇÃO. PRAZO DE VALIDADE EXPIRADO NO DECORRER DA DEMANDA. NECESSIDADE DE NOMEAÇÃO IMEDIATA, DESDE QUE RESPEITADA A ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO. PRECEDENTES DESTA CORTE. APELAÇÃO CÍVEL DO IMPETRANTE. NÃO CONHECIMENTO. INUTILIDADE E DESNECESSIDADE DO PROVIMENTO JURISDICIONAL. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DA APELAÇÃO CÍVEL INTERPOSTA PELO MUNICÍPIO E NÃO CONHECIMENTO DO APELO INTERPOSTO PELO IMPETRANTE. 
Relator: Juíza Suely Maria F. Silveira (Convocada)

EMENTA: DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. REMESSA NECESSÁRIA. WRIT CONSTITUCIONAL IMPETRADO CONTRA ATO OMISSIVO. DEMORA INJUSTIFICADA NA NOMEAÇÃO DE CANDIDATO APROVADO EM CONCURSO PÚBLICO DENTRO DO NÚMERO DE VAGAS. ENCERRAMENTO DO PRAZO DE VALIDADE DO CERTAME. DIREITO A NOMEAÇÃO E POSSE. VIOLAÇÃO A DIREITO LIQUIDO E CERTO CONFIGURADA. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. CONCESSÃO DA SEGURANÇA. DEMANDA REGULARMENTE INSTRUÍDA E JULGADA. SENTENÇA ADEQUADA À PRESTAÇÃO JURISDICIONAL PLEITEADA NA ESPÉCIE. ATRIBUIÇÃO DE EFICÁCIA PLENA À SENTENÇA PROFERIDA NO JUÍZO A QUO. REMESSA NECESSÁRIA CONHECIDA E IMPROVIDA EM ESTREITA CONSONÂNCIA COM O PARECER MINISTERIAL. 
Relator: Des. Vivaldo Pinheiro
Quanto ao processamento do mandado de segurança, por se tratar de um remédio constitucional e servir à defesa de direito líquido e certo, constitui-se numa ação que goza de prioridade. Isso quer dizer que, protocolada a ação na Secretaria do Fórum, o processo é imediatamente levado ao juiz, que tem o prazo de 72 (setenta e duas) para apreciar o pedido. Entretanto, caso constate que o direito não se encontra suficientemente comprovado, isto é, se as alegações do impetrante (o autor da ação) não estiverem já acompanhadas das respectivas provas no ato de seu ajuizamento, o mandado de segurança será logo indeferido, não se concedendo prazo ao advogado para que supra a omissão.
Por fim, importa ressaltar que decisões de primeira instância (isto é, proferidas pelo juiz local) podem ser modificadas pelo Tribunal de Justiça. Por exemplo, se um candidato aprovado no concurso conseguir ser nomeado por força de uma liminar, depois confirmada no julgamento do mérito (ou seja, com a sentença final), nada impede que essa decisão seja reformada, não podendo esse candidato nada reclamar no futuro (a não ser recorrer aos tribunais superiores, em tese).

SUCESSÃO MUNICIPAL: TEREMOS SAUDADE DE ANTÔNIO?

Não sou velho o bastante para ter acompanhado toda a história política de Jardim. A primeira eleição de que me recordo foi a que deu a José Henrique seu primeiro mandato. De lá para cá, o que tenho visto, sempre, foram prefeitos deixarem o governo com a popularidade em baixa. A cada novo pleito, os jardinenses elegem alguém para consertar os erros cometidos pelo mandatário anterior. Porém, decorridos alguns meses do novo governo, muitos já sentem saudades do ex. 
Não estou querendo aqui afirmar que todos os prefeitos jardinenses que conheci foram ruins. Esta postagem não se presta a isso. Na minha avaliação, todos são merecedores de críticas e elogios. Analisando-se com critério os governos passados e o atual, constatam-se neles erros e acertos. O que me chama a atenção é o fato de nunca ficarmos satisfeitos. Estamos, a cada campanha eleitoral, procurando o salvador da pátria, aquele ou aquela que, à frente da Prefeitura, resolverá todos os nossos problemas. Passada a animação dos comícios, empossado o novo governante, é como se acabasse o encanto, e a carruagem virasse abóbora.
Por que isso ocorre numa terra com abundância de água e empregos? Somos exigentes demais? Ou é a praga do frei que teima em nos castigar?

HISTÓRIA DO CAP - JOGOS DA FASE AMADORA (CONTINUAÇÃO)

EQUIPE QUE VENCEU O PRIMEIRO GRANDE CLÁSSICO

12/Mai/1985_____________________________________035 
CAP 3x0 CENTENÁRIO (CAICÓ/RN) 
GOLS: Alcione, Dedé e Lobão. 
COMPETIÇÃO: amistoso. 
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN) 
OBS.: o Centenário é o atual campeão caicoense. 

19/Mai/1985_____________________________________036 
VILA NOVA (PARELHAS/RN) 2x3 CAP
GOLS: Virino(2) e Concone. 
COMPETIÇÃO: amistoso. 
LOCAL: Estádio Laurentino Bezerra (Parelhas/RN) 
OBS.: péssima atuação da arbitragem. O Vila Nova chegou a desperdiçar um pênalti no final da partida. 

26/Mai/1985_____________________________________037 
R. S. INDEPENDENTE (J. DE PIRANHAS/RN) 0x1 CAP
GOL: Concone (30min do 2º t.). 
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior 
LOCAL: Estádio Benedito B. Lins (J. de Piranhas/RN). 
RENDA: Cr$ 2.505.000,00; PÚB. PAGANTE: 2.505. 
ARBITRAGEM: José Bezerra, de Caicó, sem auxiliares. 
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Totonho e Concone; Alcione, Virino (Albino) e Dedé (Cândido). Técnico: Caté. 
OBS.: primeiro clássico entre os dois arqui-rivais, bastante nervoso, de pouca técnica e decidido numa falha da defesa do Real. 

9/Jun/1985______________________________________038 
JARDIM E. C. (J. DO SERIDÓ/RN) 0x0 CAP
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior 
LOCAL: Estádio Municipal de Jardim do Seridó/RN. 
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Totonho (Albino) e Concone; Alcione, Virino e Boró (Dedé). Técnico: Caté. 

7/Jul/1985_______________________________________039
CAP 1x1 FLUMINENSE (CRUZETA/RN)
GOL: Concone. 
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior. 
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN) 
TIME: Francimar, Casinho, Paulo II, Lobão e Lázio; Bené I, Totonho (Dedé) e Concone; Alcione, Virino e Boró (Albino). Técnico: Caté. 
OBS.: o Fluminense empatou numa cobrança de falta. 

14/Jul/1985______________________________________040
SELEÇÃO DE CAICÓ/RN 0x0 CAP
COMPETIÇÃO: Campeonato do Interior. 
LOCAL: Estádio Mons. Walfredo Gurgel (Caicó/RN) 
TIME: Francimar, Lázio, Paulo II, Lobão e Galeguinho (César); Bené I, Concone e Albino; Alcione, Virino e Boró. Técnico: Caté. 
OBS.: o CAP resistiu heroicamente à pressão dos caicoenses.

JARDINENSES COM NÍVEL SUPERIOR EM 1978

ESPEDITA CAVALCANTI
EX-PROFESSORA DO GINÁSIO E EX-DIRETORA DA ESCOLA MACHADO DE ASSIS

Em 10 de agosto de 1978, a Prefeitura Municipal concluiu levantamento das pessoas residentes em Jardim que ostentavam nível superior. A relação era a seguinte:

Otília Borges Dutra (Pedagogia), irmã Pauline Dione (Religião e Magistério), irmã Angele Marie Drouin (Enfermagem), Manuel Quirino Neto (Pedagogia), Paulino Dutra de Morais (Pedagogia), Eunápio Cavalcante Leite (Pedagogia), Maria Marluce Gomes (Administração), Espedita Oliveira Cavalcante (3º N – Administração), José Ferreira da Cunha (3º N – Administração), Ana Maria Nogueira (2º N – Pedagogia), Dilzete Freire de Queiroz (2º N – Letras), Francisca Silvestre Batista (2º N – Geografia), Francisco Fernandes de Araújo (2º N – Letras), Francisca Tereza de Lisieux Ribeiro (2º N – Pedagogia), Jalmira Freire de Queiroz (2º N – Geografia), José Luiz Gomes (2º N – Pedagogia), Teresinha Dantas de Araújo (1º N – Pedagogia).

DICAS DE PORTUGUÊS: COLOCAÇÃO DOS PRONOMES ME, TE e SE.

A colocação dos pronomes oblíquos átonos ME, TE e SE, reconheço, não é tarefa fácil. Há muitas regras, cuja aplicação correta exige bons conhecimentos de classes gramaticais (verbo, advérbio, preposição etc.). Entretanto, há um erro comum que é fácil de ser evitado: nunca iniciar frases com esses pronomes. Não foi o que fez a banda Aviões do Forró na música “Chupa que É de Uva”:

Vem meu cajuzinho
Te dou muito carinho
Me dá seu coração
Me dá seu coração

(...)

Os versos acima, caso estivessem escritos em linguagem formal, deveriam estar assim grafados: “Dou-te muito carinho” e “Dá-me seu coração”. Na linguagem coloquial, isto é, quando falamos com amigos ou escrevemos textos sem muito compromisso (como é o caso da música mencionada), não há nada de mais em iniciar frases com esses pronomes. No entanto, apresentando um trabalho escolar ou escrevendo um discurso, é melhor obedecer à Gramática.

COMO SE PREPARAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

Caso o concurso público seja mesmo anulado, não adianta ficar praguejando contra um ou outro e sair afirmando que nunca fará outro concurso. O melhor a fazer é continuar estudando, pois novos concursos virão. Para quem ainda não perdeu as esperanças de se tornar um funcionário público, indico a leitura do seguinte texto: http://www.cartaforense.com.br/Materia.aspx?id=6424&utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_term=http%3A%2F%2Fwww.cartaforense.com.br%2FMateria.aspx%3Fid%3D6424&utm_content=al.ci.mar@hotmail.com&utm_campaign=NOT%CDCIAS%20JUR%CDDICAS%20DA%20SEMANA%202011.

DIFAMAÇÃO NO ORKUT É JULGADA PELA JUSTIÇA FEDERAL

Engana-se quem acha que a internet é terra de ninguém, território livre para insultar desafetos e propagar inverdades.  Quem, por exemplo, usar o Orkut para atingir a honra de outrem corre o risco de ser processado na Justiça Federal. Leia a notícia completa em http://www.uj.com.br/online/noticias/default.asp?action=noticia&idnoticia=102259.

HISTÓRIA DO CAP - JOGOS DA FASE AMADORA (CONTINUAÇÃO)

terça-feira, 26 de abril de 2011

TIME DO CAP EM 1985

20/Jan/1985_____________________________________026
CAP 3x6 SPORT (CAICÓ/RN)
GOLS: Virino(2) e Chico de Misael.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
OBS.: o CAP jogou muito mal – principalmente o goleiro reserva Divan – e mereceu uma derrota ainda maior.

2/Fev/1985______________________________________027
CAP 3x1 CANTARERA (JANDUÍS/RN)
GOLS: Dedé, Rocha e Chico de Misael.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)

10/Mar/1985_____________________________________028
CAP 3x0 INTERNACIONAL II (CAICÓ/RN)
GOLS: Alcione, Dedé e Virino.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)

24/Mar/1985_____________________________________029
CAP 9x0 PROJETO SERTANEJO (CAICÓ/RN)
GOLS: Albino(2), Alcione(2), Dedé(2), Leonidas, Concone e Bené I.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)

31/Mar//1985_____________________________________030
BANGU (JARDIM DO SERIDÓ/RN) 1x1 CAP
GOL: Alcione.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Estádio Municipal de J. do Seridó/RN.
OBS.: o gol do CAP saiu numa bela cobrança de falta.

6/Abr/1985______________________________________031
CAP 4x0 BANGU (JARDIM DO SERIDÓ/RN)
GOLS: Alcione(2) e Paulo II(2).
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
OBS.: grande atuação de Alcione.

13/Abr/1985_____________________________________032
CAP 6x0 ACAMPAMENTO (CAICÓ/RN)
GOLS: Virino(2), Alcione(2) e Concone(2).
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)
OBS.: Bené I ainda desperdiçou um pênalti quando o jogo estava 0 a 0.

21/Abr/1985_____________________________________033
CAP 5x0 PALMEIRAS (SÃO BENTO/PB)
GOLS: Alcione(3), Albino e Cândido.
COMPETIÇÃO: amistoso.
LOCAL: Campo de Chico Nicolau (J. de Piranhas/RN)

1º/Mai/1985______________________________________034
APUC (CAICÓ/RN) 0x1 CAP
GOL: Virino.
COMPETIÇÃO: Torneio do Trabalhador.
LOCAL: Campo da APUC (Caicó/RN)
OBS.: CAP campeão.

PARA PENSAR, ENQUANTO O CONCURSO É (OU NÃO) ANULADO.

Enquanto se aguarda o posicionamento da Administração Municipal acerca do concurso, oportuno discutir algumas questões relacionadas à obrigatoriedade de se ingressar no serviço público por meio de um processo que objetive selecionar as melhores cabeças.
A esse respeito, li um excelente artigo, de autoria do economista Maílson da Nóbrega, publicado na revista Veja da semana passada. Selecionei para você, amigo leitor, os trechos que considerei mais importantes:

O Brasil continua preso à visão dos tempos do patrimonialismo português, quando as glórias das conquistas ultramarinas conviviam com a concessão de empregos públicos aos nobres, o loteamento do governo pelo estamento burocrático e a confusão do orçamento público com as posses do rei.

(...)

No Brasil, a burocracia profissional surgiu na Primeira República. (...) Em 1938, com Getúlio Vargas, foi criado o Departamento Administrativo do Serviço Público (Dasp), que previa o sistema de mérito no serviço público e o planejamento estatal no país.

Infelizmente, desde então o clientelismo e o fisiologismo têm falado mais alto. Mesmo nos órgãos nos quais passou a funcionar o mérito na escolha dos quadros técnicos, o critério político costuma prevalecer na indicação dos dirigentes dos quais nem sempre se exigem as qualificações necessárias para o exercício do cargo.

Mais de um século e meio depois da profissionalização do serviço público britânico e mais de sete décadas após a criação do Dasp, o governo federal ainda pode indicar mais de 20 000 pessoas por critérios políticos. Os estados e municípios, um número maior. Alguém duvida de que isso causa ineficiências e outras coisas?

Mesmo assim, não desanimemos. Um Brasil novo emerge e pode prevalecer sobre o velho.

Não tenho o mesmo otimismo que Maílson da Nóbrega. Não consigo vislumbrar, num futuro próximo, a Administração Municipal escolhendo seus assessores segundo a qualificação técnica destes. Em uma estrutura administrativa, composta por secretarias em que de doze servidores nela lotados, dez, isso mesmo, dez são cargos comissionados, concluo que ainda demora a era em que o mérito preponderá sobre a cor político-partidária. 

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