Segundo as normas gramaticais, o verbo deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª) com o sujeito. A segunda pessoa, principalmente a do plural, é a que mais causa dor de cabeça aos usuários da Língua Portuguesa, pelo fato de não ser muito utilizada e por exigir formas verbais, no mínimo, esquisitas, a exemplo de devíeis, cantardes, partais etc.
O título acima, portanto, estaria corretamente grafado deste modo: ROSALBA, TU VENS OU NÃO, JOÃO?
Os verbos ESTAR e DAR possuem duas formas que se pronunciam da mesma maneira, mas possuem grafias diferentes: estar e está, dar e dá.
Há um macete que ajuda a empregar essas formas corretamente. Basta substituir o verbo em questão por outro que termine em –ER (como beber, comer etc.). Se, nessa troca, o verbo escolhido for usado sem o R final, pode escrever, sem medo, está ou dá. Vejam como isso ocorre, na prática:
O candidato pode (dá ou dar) remédios? Substituindo-se o verbo dar por beber, a frase só poderia ser assim escrita: O candidato pode beber remédios. Neste caso, portanto, usa-se dar.
O candidato (dá ou dar) remédios? Fazendo a substituição, vejam que só é possível dizer que o candidato bebe remédios. Agora, a forma correta seria dá.
O título acima, se corretamente grafado, deveria estar assim: (...) PODE DAR DOR DE CABEÇA AO PT.
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