A FEIRA LIVRE DEVE MUDAR DE LOCAL?

sexta-feira, 22 de junho de 2012


FEIRA LIVRE EM 1962

Li há pouco, no Blog de Marcondes Gurgel, que o vereador Gutemberg Queiroz requerera, na sessão de ontem da Câmara, mudanças no local da feira livre. Segundo o próprio vereador me informou, a alteração se faz necessária a fim de desafogar o trânsito no cruzamento da rua Benjamim Constant com a avenida Rio Branco, onde acidentes ainda não ocorreram por milagre. Caso a ideia seja acatada pela Administração Municipal, proibir-se-á a instalação de feirantes da rua Marechal Deodoro até a avenida Rio Branco (trecho compreendido entre a farmácia e o restaurante de Neto de Melado). Ainda segundo Gute, para que ninguém seja prejudicado, o espaço para os feirantes seria estendido até as proximidades do barraco de Neto Souza.

O requerimento de Gute merece ser deferido. Realmente, nas manhãs de sábado, é preciso dirigir com atenção redobrada para não atropelar alguém ou abalroar outro veículo nas proximidades da feira livre. No entanto, acho que apenas remanejar os feirantes para mais adiante não resolve o principal problema: a completa inadequação do local.

A rua Benjamim Constant, ou qualquer outra artéria do Centro da cidade, não pode mais comportar a feira livre. Quem mora ou comercia no local e em suas imediações não mais suporta os incômodos causados. Sofrem os estabelecimentos comerciais, impedidos que ficam de embarcar ou descarregar mercadorias, e também os moradores, incomodados com o barulho e a inacessibilidade a garagens.

A Administração Municipal faria um bem enorme à cidade se transferisse a feira livre para um local mais afastado do Centro. Sou ciente de que o problema não é exclusivo de Jardim. Em várias cidades vizinhas, o cenário é idêntico. Não se justifica, porém, insistir num erro apenas porque outros o cometem. Com um pouco de inteligência e boa vontade, é possível encontrar uma solução que agrade os feirantes e a população. Só não se pode continuar com a balbúrdia que se vê a cada sábado.

7 comentários:

Anônimo disse...

O VEREADOR QUER APARECER PRA GALERA ANO DE ELEIÇAO.

Anônimo disse...

a feira, não é só para quem mora ou trabalha vizinh a ela. é um local central. de fácil acesso para o pedestre. a feira tem um poder de socialização vital para o social e econômico. a administração de Jardim estará contra a corrente da civilidade. tem que se projetar a dinâmica da feira, e não transferi-la por motivos não convicentes. a aceesibilidade dos pedestres favorece a socialização sem o medo de ser atropelado. aqui em jardim tão tentando tirar o povo da rua e pôr os carros de aço. por que não impediram a construção de bizarros quiosques numa artéria vital para o poder de logística da cidade. será que aparecerará outro para interditar definitivamente a dixspet-rosado. gute não poder fazer isso sem consultar os que merecem respeito. tô falando dos que realmente merece.

Anônimo disse...

têm umas pessoas que são honestas e se acham o máximo. ser honesto é um dever. ser justo é uma virtude. os assessores da corrupção de Jardim, sempre tentam aparecer como capazes, ardilosos, passam uma aurea de bem-feitor. agora, o que mais me preocupa são os honestos rancorosos, esses, são muitos e a principal características desses seres é a falta de heroísmo. apontam a carniça e correm.

Anônimo disse...

me mate, Deus. se gute não for um dos políticos mais oportunistas de todos os tempos em Jardim. fique só para você, alcimar, enfim, uma acusação perfeita. a foto de gute, um coroa, com o cinto posado de cantor sertanejo, ao lado do pré-candidato elídio, desmonstra o que esse rapaz é capaz para o bem-estar próprio. e não adianta alegar que eu sou podre, na minha praia,é corriqueiro o sujo falar do mal lavado.

Anônimo disse...

duvido que, se no lugar de cada quiosque que foi construído na avenida da padaria de severino de lica, tivesse sido plantado um pé de jatobá, houvesse estiagens danosas em Jardim.

Anônimo disse...

a feira-livre é uma concorrente capaz, dos bodegueiros e logistas de Jardim. transferir a feira-livre para longe do centro da cidade é marginalizá-la.

Anônimo disse...

feira-livre é só um dia, mas é bastante para a insastifação dos que se acham ameaçados economicamente por esse comércio itinerante. nem, não, selvagens?

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